Técnicas de combate ao défice.
Um gajo decidiu vender o carro e, como de costume, utilizou uma folha A4 com o nº de telemóvel no vidro traseiro em Times New Roman 72.
Enquanto guiava tranquilamente nos seus brutalísimos 50Km/h, o telemóvel tocou:
- Bom dia! Polícia de Segurança Pública. Estamos no carro atrás de si. O senhor não sabe que é proibido atender o telemóvel enquanto conduz?
Obrigado, Joana. Mais uma vez enriqueceste as nossas temáticas de reflexão estúpida, levantando questões de fundo essenciais para uma compreensão da conjuntura estupidológica actual. Bem hajas.
Estupidologia s. f. - Ciência que estuda a auto-repressão voluntaria da razão e dos sentimentos; interesse pragmatico-investigativo pelos non-sense da vida em colectividade; teoria matemática que defende existir uma relação de proporção directa entre a sensação de felicidade e a acção de mecanismos primários do homem; designação do maior, mais antigo e poderoso lobbie do mundo; empresa familiar de farturas; nome de um blog
sexta-feira
quarta-feira
Habibi, habibi...
Esse Hit
Habibi, ya nour el ain,
Ya saakin khayali.
Aashek bakali sneen,
Wala ghayraak fibali.
Habibi, ya nour el ain,
Ya saakin khayali.
Aashek bakali sneen,
Wala ghayraak fibali.
Habibi, ya nour el ain,
Ya saakin khayali.
Aashek bakali sneen,
Wala ghayraak fibali.
Habibi, ya nour el ain,
Ya saakin khayali.
Aashek bakali sneen,
Wala ghayraak fibali.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Ya saakin khayali.
Agmaal eyoun fil koon,
Ana shoftaha.
Allah aleik allah,
Alla sihraha.
Agmaal eyoun fil koon,
Ana shoftaha.
Allah aleik allah,
Alla sihraha.
Eyounaak ma-ayaa,
Eyounaak kifayaa.
Eyounaak ma-ayaa,
Eyounaak kifayaa.
Tinawar layali.
Albaak nadally wa kaal,
Bet-hebenee.
Allah aleik allah,
Tamenteni.
Albaak nadally wa kaal,
Bet-hebenee.
Allah aleik allah,
Tamenteni.
Ma-aak el bidaya,
Wa koul el hekaya.
Ma-aak el bidaya,
Wa koul el hekaya.
Ma-aak lil nahaya.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi.
Habibi, habibi.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain..
Habibi, habibi.
Habibi, habibi...
Habibi, ya nour el ain,
Ya saakin khayali.
Aashek bakali sneen,
Wala ghayraak fibali.
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Agmaal eyoun fil koon,
Ana shoftaha.
Allah aleik allah,
Alla sihraha.
Agmaal eyoun fil koon,
Ana shoftaha.
Allah aleik allah,
Alla sihraha.
Eyounaak ma-ayaa,
Eyounaak kifayaa.
Eyounaak ma-ayaa,
Eyounaak kifayaa.
Tinawar layali.
Albaak nadally wa kaal,
Bet-hebenee.
Allah aleik allah,
Tamenteni.
Albaak nadally wa kaal,
Bet-hebenee.
Allah aleik allah,
Tamenteni.
Ma-aak el bidaya,
Wa koul el hekaya.
Ma-aak el bidaya,
Wa koul el hekaya.
Ma-aak lil nahaya.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain.
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Ya nour el ain.
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Ya nour el ain.
Habibi, habibi, habibi,
Ya nour el ain..
Habibi, habibi.
Habibi, habibi...
Conferência de imprensa do Mourinho em Inglaterra
«Chelsea is a great team. I sink. We will sink game by game, one by one. I work with small squads because i have a metodology and it works. I sink.
The Champions League will be very competitive this season, all the sharks are there but Chelsea will survive, ... I sink.»
«É a vida»
A frase de consolo mais popular da História
É que não é nada conformista esta frase. Mas nem nada.
Ele há dias em que um gajo está mais em baixo, desabafa e respondem-lhe: «Ah, e tal, é a vida,» e não sei quê.
«É a vida» obriga-nos a aceitar as coisas como elas são. O problema é que nos leva a considerar as injustiças como a coisa mais justa do mundo.
Duas amigas há 30 anos atrás:
- Ai, o mê Zéi dê-me uma bufatáda purque ê nã queria coisitál cum êli.
- Dêxa lá, Maria. É assim a vida.
Se ainda acreditássemos na frase «é a vida», então... - pessoal - tudo à porrada às namoradas, às amantes, às gajas. Vá! É a vida! É a enchêreeee. Bimba! É a vida! Trunga! Ai não queres? Ai não queres? É a vida! Tômah!
Hmpf...
Ou então um iraquiano e Kofi Annan:
- Koffi, mái méne, os amaricanos andam-me a invadir o país, e não sei quê.
- Deixa lá, Mohamed. É assim a vida.
Se acreditássemos na frase «é a vida», então... - pessoal - tudo a invadir países. Vá! Tudo a escavar os quintais dos vizinhos à procura de petróleo.
«Ai o quintal é teu? Azar. É a vida. ai não me deixas? É a enchêreeee. Bimba! É a vida! Trunga! Ai não deixas? Ai não deixas? É a vida! Tômah lá com a pá!»
Ou então uma situação desagredável que pode acontecer a toda a gente. Personagem A para Artur Jorge:
- Epá, a minha namorada anda com outro.
- São situações perfeitamente normais.
Lá está. Coitada: a personagem A é traida e ainda por cima tem que lidar com isso como se fosse a coisa mais natural do mundo. O(a) namorado(a)da personagem A chega a casa, com o ar mais natural do mundo e diz:
- Olá ‘mor! Desculpa o atraso. É que estive a f*d*r com um(a) colega. O que é que é o jantar?
- ...
É que não é nada conformista esta frase. Mas nem nada.
Ele há dias em que um gajo está mais em baixo, desabafa e respondem-lhe: «Ah, e tal, é a vida,» e não sei quê.
«É a vida» obriga-nos a aceitar as coisas como elas são. O problema é que nos leva a considerar as injustiças como a coisa mais justa do mundo.
Duas amigas há 30 anos atrás:
- Ai, o mê Zéi dê-me uma bufatáda purque ê nã queria coisitál cum êli.
- Dêxa lá, Maria. É assim a vida.
Se ainda acreditássemos na frase «é a vida», então... - pessoal - tudo à porrada às namoradas, às amantes, às gajas. Vá! É a vida! É a enchêreeee. Bimba! É a vida! Trunga! Ai não queres? Ai não queres? É a vida! Tômah!
Hmpf...
Ou então um iraquiano e Kofi Annan:
- Koffi, mái méne, os amaricanos andam-me a invadir o país, e não sei quê.
- Deixa lá, Mohamed. É assim a vida.
Se acreditássemos na frase «é a vida», então... - pessoal - tudo a invadir países. Vá! Tudo a escavar os quintais dos vizinhos à procura de petróleo.
«Ai o quintal é teu? Azar. É a vida. ai não me deixas? É a enchêreeee. Bimba! É a vida! Trunga! Ai não deixas? Ai não deixas? É a vida! Tômah lá com a pá!»
Ou então uma situação desagredável que pode acontecer a toda a gente. Personagem A para Artur Jorge:
- Epá, a minha namorada anda com outro.
- São situações perfeitamente normais.
Lá está. Coitada: a personagem A é traida e ainda por cima tem que lidar com isso como se fosse a coisa mais natural do mundo. O(a) namorado(a)da personagem A chega a casa, com o ar mais natural do mundo e diz:
- Olá ‘mor! Desculpa o atraso. É que estive a f*d*r com um(a) colega. O que é que é o jantar?
- ...
Poema de Amor
Se «sim» , não;
Se «talvez» , sim;
Se «não» , talvez.
Chata!
in Cancioneiro da Gaja-Indecisa, Não-Sei Editora, 1999-2000
Preocupações sociais
Governo põe Saddam a trabalhar
Saddam Hussein, fruto da coligação luso-hispano-anglo-americana para a intervenção no Iraque e à sua colaboração com o Centro de Emprego e Formação Profissional do Martim Moniz, encontrou em Portugal o local adequado para trabalhar.
Sim, porque isto de prender as pessoas é feio. Não se prende. Requalifica-se. Reintegra-se em harmonia com a sociedade. Fomos entrevistá-lo.
ESTUPIDOLOGIA - Senhor Saddam Hussein, antes de mais, obrigado por ter aceite o nosso convite. Gostaria de começar por lhe perguntar: como se sente em Portugal?
SADDAM - Eu pede desculpe mas não Saddam Hussein. Eu agora Saddam Fonseca.
ESTUPIDOLOGIA - Está então perfeitamente integrado...
SADDAM - Verdade. Era para chamar Saddam Joaquim, mas senhor da arquivo do indentinfincanção dizer que já alguém ter esse nome. E eu querer original! Mas ya, eu gosta muito estar Portugal porque haver trabalhe p'ra mim.
ESTUPIDOLOGIA - E o que gosta mais por cá?
SADDAM FONSECA - Eu gosta mais é caracóis, Benfica e escarrar. Também gosta bigode à Luis Filipe Vieira. Hmm?
ESTUPIDOLOGIA - Então e falava-nos de trabalho. Conte lá aqui à malta...
SADDAM FONSECA - Bem, eu depois ser preso por americano no meu horta no Al-Iraque, vim para Tugal e arranjou trabalho [sorriso orgulhoso]. Foi fácil familiarizar com pessoas e Saddam Fonseca agora feliz.
ESTUPIDOLOGIA - E além de escarrar..., sabemos que já teve vários trabalhos...; qual foi o seu primeiro trabalho?
SADDAM FONSECA- Hmmm, eu começou arrumar carros no Al-Saldanha. Mas não davam moneda. Nunca pricibeu porquê.
Fig.1 - Saddam perfeitamente integrado: «Ai não destroçes? Ai não destroçes? Pera se queres ver.»
ESTUPIDOLOGIA - E que se seguiu?
SADDAM FONSECA - Dispois eu fartou. Saddam queria disafio, uma coisa que animasse eu e fizesse eu mais feliz. Eu arrumador era pessoa triste porque riscar carro é profissão feia e... [beiçinho] Saddam queria dama mas dama não ligava a trabalhador honesto no rua a aparcar como eu .
ESTUPIDOLOGIA – Como é que resolveu essa profunda insatisfação existencial que o assolava?
SADDAM FONSECA – Saddam foi bombar uma noite para Docas e gerente ter contratado eu para passar som. Saddam feliz porque gerente pagou p*t* grátis para eu logo no primeira dia trabalho como DJ Saddas [...]
Fig.2 – Dj Saddas e a sua Theknics, preparando-se para rodar o hit «Habibi»
DJ SADDAS - [...] mas como p*t* era cara e eu tava habituado dama de graça na Al-Iraque, eu teve de arranjar mais coisa para sustentar vicio. Então eu tornou-se jogador futebol de Sport Siderurgia e Barreirense. E foi lá que Nike descobriu talento Saddam para modelo fotográfico. Eu fez caste e ter passado.
Fig.3 - «Ôlê»
ESTUPIDOLOGIA - Então e agora? Ainda é Arrumador-Dj-Modelo-Jogador?
DJ SADDAS - Não. Hoje eu vive bem. Trabalha para Governo Portugal como Conselheiro Relação Públicas. Eu ter experiência no ensinar pessoas falar com as media, sabe? Como Durão estar apertado para segurar o barco, trouxe meu discípulo para cá para tar no ajuda a responder aos pergunta dificil de jornalistas.
Fig. 4 - Discípulo. «Crrisis? Here in Portugal? There is no Crrisis!!! Where do you see the crisis? Fired? Who? Wherrre? No such thing. I'm sorrrry but there must be a miss understood. Portugal doesn't have unemployees. Oil? What about it? Expensive? No way, it's cheap! Eur. 1.09/L gasoline? Yes. So what? Social concearns? Yes. A lot of that. We are the social concearns themselves. We love people. Because we care. We love children. Speaking of children... Defense Minister is now preparing to answer your questions »
Saddam Hussein, fruto da coligação luso-hispano-anglo-americana para a intervenção no Iraque e à sua colaboração com o Centro de Emprego e Formação Profissional do Martim Moniz, encontrou em Portugal o local adequado para trabalhar.
Sim, porque isto de prender as pessoas é feio. Não se prende. Requalifica-se. Reintegra-se em harmonia com a sociedade. Fomos entrevistá-lo.
ESTUPIDOLOGIA - Senhor Saddam Hussein, antes de mais, obrigado por ter aceite o nosso convite. Gostaria de começar por lhe perguntar: como se sente em Portugal?
SADDAM - Eu pede desculpe mas não Saddam Hussein. Eu agora Saddam Fonseca.
ESTUPIDOLOGIA - Está então perfeitamente integrado...
SADDAM - Verdade. Era para chamar Saddam Joaquim, mas senhor da arquivo do indentinfincanção dizer que já alguém ter esse nome. E eu querer original! Mas ya, eu gosta muito estar Portugal porque haver trabalhe p'ra mim.
ESTUPIDOLOGIA - E o que gosta mais por cá?
SADDAM FONSECA - Eu gosta mais é caracóis, Benfica e escarrar. Também gosta bigode à Luis Filipe Vieira. Hmm?
ESTUPIDOLOGIA - Então e falava-nos de trabalho. Conte lá aqui à malta...
SADDAM FONSECA - Bem, eu depois ser preso por americano no meu horta no Al-Iraque, vim para Tugal e arranjou trabalho [sorriso orgulhoso]. Foi fácil familiarizar com pessoas e Saddam Fonseca agora feliz.
ESTUPIDOLOGIA - E além de escarrar..., sabemos que já teve vários trabalhos...; qual foi o seu primeiro trabalho?
SADDAM FONSECA- Hmmm, eu começou arrumar carros no Al-Saldanha. Mas não davam moneda. Nunca pricibeu porquê.
Fig.1 - Saddam perfeitamente integrado: «Ai não destroçes? Ai não destroçes? Pera se queres ver.»
ESTUPIDOLOGIA - E que se seguiu?
SADDAM FONSECA - Dispois eu fartou. Saddam queria disafio, uma coisa que animasse eu e fizesse eu mais feliz. Eu arrumador era pessoa triste porque riscar carro é profissão feia e... [beiçinho] Saddam queria dama mas dama não ligava a trabalhador honesto no rua a aparcar como eu .
ESTUPIDOLOGIA – Como é que resolveu essa profunda insatisfação existencial que o assolava?
SADDAM FONSECA – Saddam foi bombar uma noite para Docas e gerente ter contratado eu para passar som. Saddam feliz porque gerente pagou p*t* grátis para eu logo no primeira dia trabalho como DJ Saddas [...]
Fig.2 – Dj Saddas e a sua Theknics, preparando-se para rodar o hit «Habibi»
DJ SADDAS - [...] mas como p*t* era cara e eu tava habituado dama de graça na Al-Iraque, eu teve de arranjar mais coisa para sustentar vicio. Então eu tornou-se jogador futebol de Sport Siderurgia e Barreirense. E foi lá que Nike descobriu talento Saddam para modelo fotográfico. Eu fez caste e ter passado.
Fig.3 - «Ôlê»
ESTUPIDOLOGIA - Então e agora? Ainda é Arrumador-Dj-Modelo-Jogador?
DJ SADDAS - Não. Hoje eu vive bem. Trabalha para Governo Portugal como Conselheiro Relação Públicas. Eu ter experiência no ensinar pessoas falar com as media, sabe? Como Durão estar apertado para segurar o barco, trouxe meu discípulo para cá para tar no ajuda a responder aos pergunta dificil de jornalistas.
Fig. 4 - Discípulo. «Crrisis? Here in Portugal? There is no Crrisis!!! Where do you see the crisis? Fired? Who? Wherrre? No such thing. I'm sorrrry but there must be a miss understood. Portugal doesn't have unemployees. Oil? What about it? Expensive? No way, it's cheap! Eur. 1.09/L gasoline? Yes. So what? Social concearns? Yes. A lot of that. We are the social concearns themselves. We love people. Because we care. We love children. Speaking of children... Defense Minister is now preparing to answer your questions »
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